terça-feira, 9 de setembro de 2014

10 motivos para amar a atriz Stoya


Ela é uma mistura calculada de caracterísitcas que toda garota quer ter. 

Para quem conhece a atriz pornô americana Stoya, a simples menção de seu nome causa um sorrisinho sincero, com aquele olhar de quem sabe um segredo terrivelmente delicioso.

Isso porque ela não é uma simples atriz pornô. É uma mistura calculada de caracterísitcas que toda garota quer ter, e dona de uma sensualidade inerente e despretenciosa.
fotos da atriz
Ela não se encaixa de forma nenhuma no esteriótipo de atrizes pornô que você conhece. Branca-pálida, peitinhos pequenos, magreza musculosa, cara limpa, sem bunda, coxas de panicat ou cara de burra, é a mulher mais bonita que eu já vi.
 
Considerada símbolo do alt-porn, tem esse ar misterioso e geek/cult e uma mania: cabelo colorido.
 
Pratica lira circense, o que faz dela um modelo perfeita de artista em expressão corporal. 
 
Educada em casa, ela recebeu o diploma do colegial aos dezesseis anos de idade e é hiper viciada em ler, especialmente Sci-fi. Cursou um ano de artes em Delaware e um curso de verão também de artes na Filadélfia. Super cult.

Colunista da VICE, ela é super ativa no twitter, myspace e tem um tumblr em que escreve uma espécie de diário sobre sua vida dentro e fora dos sets de filmagem, com uma naturalidade e linguagem de uma garota totalmente "comum".
 
Já namorou Marilyn Manson, o que quer dizer que, no mínimo, ela deve ser muito legal e um pouquinho perturbada.
 
Já foi pole dancer, ainda menor de idade. Em entrevista à Fanzine, disse que a maneira mais simples de poder frequentar as baladas era dançar, "contanto que eu não bebesse, era legal".
 
Ela é um amor. Não, é o maior amor que um ser humano consegue ser, na vida. Seu jeitinho descontraído e a feminilidade gracinha faz com que qualquer pessoa que já tenha conversado com ela queira levá-la para casa.
 
Mulher real e possível (sem plástica, cirurgia, botox e boob job), Stoya é aquele tipo de garota que consegue causar erupções nas calças de qualquer um, vestida de moletom, cabelo preso, ou até lendo um livro. 

Inclusive, fez a primeira sessão do projeto "Leitura Histérica", onde lê um conto de necrofilia enquanto se masturba. No mínimo interessante.